Curitiba - Após os eventos promocionais, hoje começa para valer a disputa das etapas brasileiras do Mundial de Carros de Turismo (WTCC) e do Desafio Intercontinental de Rali (IRC), que seguem até domingo, em Curitiba e Região Metropolitana. Os motores roncam bem cedo, a partir das 8h30, no Parque Barigui, onde acontece a largada oficial do Rally Internacional de Curitiba, segunda prova do calendário do IRC. Neste primeiro dia, serão disputadas sete das 13 especiais - trechos conometrados - da prova, em Campo Magro e Bateias. As outras seis especiais serão amanhã, em Bocaiúva do Sul e Campina Grande do Sul.
Já no Autódromo Internacional de Curitiba, as atividades começam às 14 horas, com os primeiros treinos da Porsche GT3 Cup Brasil, categoria que será a preliminar da etapa de abertura da temporada 2009 do WTCC. Os carros que disputam o mundial vão à pista em seguida, a partir das 15 horas. Os treinos classificatórios das duas categorias serão amanhã, a partir das 16 horas.
O favorito à vitória no IRC é o belga Freddy Loix, que foi o segundo colocado da prova de abertura do campeonato, em Mônaco, com seu Peugeot 207. Como o líder da competição, o francês Sebastien Ogier, não veio ao Brasil, Loix tem grandes chances de assumir a ponta. Para isso, basta chegar entre os seis primeiros colocados. ''Acho que será um rali muito rápido, principalmente porque as especiais são relativamente curtas, mas meu objetivo é fazer uma prova constante, para chegar entre os primeiros'', resume o belga.
Que terá como principais rivais os norte-irlandês Kris Meeke, o francês Nicolas Vouilloz, atual campeão da categoria (também pilotos da Peugeot), o italiano Giandomenico Basso e o finlandês Anton Alen (ambos de Fiat Grande Punto Abarth).
Trocando a terra pelo asfalto, a expectativa das quatro equipes que disputam o WTCC é em relação às medidas de equiparação de desempenho. Que tentam reduzir a clara vantagem dos Seat León, que utilizam motores diesel turbinados, sobre os demais competidores (BMW 320, Chevrolet Cruze e Lada 110), com motores à gasolina. Independentemente do combustível principal, todos os carros passarão a utilizar 10% de álcool em seu motores. ''Claro que foram necessárias algumas modificações na parte eletrônica, mas nada que não tenha sido solucionado com rapidez'' explica o curitibano Augusto Farfus Jr., que corre em casa em busca de uma boa arrancada no campeonato.

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