Rio de Janeiro - Até o momento, o Brasil está fora do calendário do circuito Mundial de Motovelocidade em 2005. O País que realizará no domingo mais uma disputa, no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Jacarepaguá, precisa superar alguns obstáculos para voltar a ser a sede de uma prova, como as obras no local para os Jogos Pan-Americanos de 2007. A solução pode ser a transferência do evento para outro estado e São Paulo tem a preferência.
Nos últimos anos, o Brasil sempre esteve ameaçado de perder a prova de motovelocidade, por causa de desentendimentos entre a Vadam International, organizadora da etapa brasileira, e a prefeitura do Rio.
Em 2004, por exemplo, o GP foi orçado em US$ 3,4 milhões, o prefeito carioca Cesar Maia aceitou pagar US$ 3 milhões e a TV Globo arcou com a diferença.
Desta vez, o Brasil, que sempre tinha uma data reservada no calendário, não foi incluído. E a solução, de acordo com o presidente da Vadam, Moacir Galo, seria negociar a realização da etapa brasileira entre outras duas provas do circuito mundial.
''Ainda podemos negociar e nosso prazo final é até setembro. Mas, uma data reservada para nós no calendário não temos mais, perdemos esse direito'', explicou Galo.
Ontem, as últimas equipes desembarcaram no Rio e hoje a montagem de todas as motos estarão concluídas. Os primeiros treinos livres acontecem amanhã.

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