São Paulo - O presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Max Mosley, propôs que todas as escuderias da F-1 passem a utilizar o mesmo motor. A medida visa reduzir os custos da categoria.
''Sei que as grandes montadoras vão dizer: se vamos utilizar um único motor, que seja o meu. Mas, no que chamo de mundo real, se Volkswagen pudesse comprar um motor mais barato da Peugeot, certamente o faria'', disse o dirigente, em entrevista publicada ontem pelo jornal francês ''L'Équipe''.
Atualmente, as dez equipes da F-1 utilizam motores produzidos por seis montadoras diferentes: Ferrari, BMW, Renault, Toyota, Honda e Mercedes.
Testes
Após vencer o GP da Itália, no domingo, e se tornar o piloto mais jovem a ganhar uma corrida de F-1, o alemão Sebastian Vettel, da Toro Rosso, foi o segundo mais rápido nos treinos livres de ontem no circuito espanhol de Jerez. Vettel, que venceu em Monza com 21 anos, 2 meses e 12 dias, anotou o tempo de 1min19s878, pilotando um carro da Red Bull, escuderia principal do grupo que controla a Toro Rosso.
O alemão já está confirmado como um dos pilotos da Red Bull no próximo ano. Ele vai substituir o escocês David Coulthard, 37, que se aposenta ao término da atual temporada.
O mais rápido ontem foi o austríaco Christian Klien, com uma BMW, que fez 1min19s537. Cotado para ficar com a vaga de Vettel na Toro Rosso em 2009, o suíço Sebastien Buemi testou pela equipe italiana e foi o terceiro: 1min20s209.
Único brasileiro a entrar na pista, Lucas di Grassi, piloto de testes da Renault, marcou 1min20s853 e colocou o carro da escuderia francesa no sexto lugar, entre os oito monopostos que participaram do treino.
A McLaren, equipe do líder do campeonato, o inglês Lewis Hamilton (78 pontos), foi representada pelo reserva Gary Paffett, que terminou em quarto. Já a Ferrari, de Felipe Massa (segundo no Mundial, com 77), não participou do teste.
A próxima etapa da F-1 é o GP de Cingapura, a primeira prova noturna da história da categoria, que será disputado no dia 28 de setembro

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