Molina agradece elogios, mas diz que não é ídolo
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Agência Estado 
Santos - Nem bem provou ao técnico Emerson Leão que não é um jogador de ''ponta de estoque'' do futebol sul-americano, o colombiano Maurício Molina está diante de um outro desafio com a camisa do Santos: repetir contra o Sertãozinho, amanhã, a boa atuação que teve no último domingo, frente ao Ituano. Só assim vai conseguir convencer os mais incrédulos de que o que aconteceu na Vila Belmiro, domingo à noite, não foi um fato isolado na carreira de um jogador quase desconhecido dos brasileiros, apesar de estar com quase 28 anos de idade.
''Sei que, depois de domingo, todos esperam que eu jogue no sábado como contra o Ituano, ou melhor. A responsabilidade é grande e o que garanto que vai haver garra, coração e vontade de fazer o melhor'', prometeu.
A partida de amanhã será apenas a quinta do colombiano com a camisa do Santos, por isso ele acha que é cedo para ser rotulado como ídolo. ''O reconhecimento da torcida foi muito importante (teve o nome gritado em vários momentos e saiu de campo aplaudido) e fico agradecido, mas tenho consciência de que ainda não sou ídolo. Tive apenas um bom jogo e é preciso fazer muito mais para atingir essa condição. O que me deixou mais satisfeito foi que eu precisava de uma boa atuação para jogar sem pressão. Agora, quero ter uma sequência.''


