Curitiba - Os três clubes de Curitiba terão que apresentar até o dia 15 de outubro uma planilha em que exponham o que foi pago e o que ainda falta a ser pago aos jogadores como Direito de Arena, a parte (20%) que os atletas têm direito pela transmissão de seus jogos pela televisão. Além disso, quer que os clubes façam o pagamento direto da conta dos jogadores e não mais através do Sindicato dos Atletas Profissionais de Futebol do Estado do Paraná (Sapepar).
A decisão foi tomada pelo procurador do Trabalho Luercy Lino Lopes, em audiência no Ministério Público do Trabalho com representantes de Atlético, Coritiba e Paraná, além de representantes do Sapepar e do Sindicato dos Atletas Profissionais de Futebol de Curitiba.
O advogado da Sapepar, Rinaldo Martorelli, também alertou o Ministério Público do Trabalho que os jogadores do Londrina ainda não teriam recebido nada de Direito de Arena referente à participação na Série B do Brasileirão, até porque ainda nada teria sido repassado ao clube do acordo de transmissão de televisão.
O Ministério do Trabalho também vai verificar denúncia que os atletas nada receberam referentes à participação no Campeonato Paranaense e que o Atlético Paranaense não repassou nada aos jogadores que participaram da campanha do time na Copa Libertadores da América do ano passado. Além disso, foi requisitado aos clubes que recolham impostos e obrigações trabalhistas sobre esses valores, como o FGTS e a parte referente ao INSS.

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