Sessenta e cinco pilotos participaram da segunda etapa do Campeonato Metropolitano de Arrancada Cidade de Londrina, que terminou ontem no Autódromo Ayrton Senna. O número de inscrições somou três vezes mais participantes que a primeira prova, realizada no primeiro semestre de 2001. Para o organizador Anderson Afonso dos Santos, a adesão do maior número de pilotos evidencia que a arrancada está ganhando credibilidade na região. Cerca de cinco mil pessoas acompanharam a competição, que começou no sábado.
Paralelamente ao evento, aconteceu o 1º Encontro Paranaense de Fuscas V8 e Pumas, que reuniu aproximadamente 80 participantes de oito clubes do Paraná. Anderson explicou que o encontro teve o objetivo de criar uma oportunidade para os aficcionados exporem suas ‘‘preciosidades’’, além de estimular o intercâmbio entre os associados dos clubes paranaenses.
O piloto André Bearzi, de Cambé, pentacampeão brasileiro de arrancada na categoria Street Tração Traseira, considerou que a prova de Londrina foi bem organizada. ‘‘A iniciativa atrai a atenção do público e divulga o esporte’’, afirmou, lembrando que a maior dificuldade dos pilotos é conseguir patrocínios. Com 14 anos de experiência, ele gasta R$ 1,5 mil por prova.
Competindo na categoria Stock Tração Dianteira, o piloto iniciante Claudemir Marques da Silva, de Londrina, afirma que preço dos equipamentos dolarizado encarece a prática da arrancada.

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