Meta do time feminino para 2016 é ser tri e se igualar a Cuba
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domingo, 12 de agosto de 2012
Agência Estado 
Londres - Nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, a seleção feminina de vôlei pode fazer história mais uma vez e igualar o feito de Cuba, única equipe tricampeã olímpica em edições consecutivas dos Jogos (1992 a 2000). A União Soviética permanece nos registros como a detentora do maior número de títulos (1968, 1972, 1980 e 1988). No sábado, o Brasil conquistou o segundo título consecutivo ao bater os Estados Unidos, por 3 sets a 1, parciais de 11/25, 25/17, 25/20 e 25/17.
Algumas atletas já bastante rodadas, como Fabi, não desprezam as chances de estender a sua permanência na seleção a fim de ter a oportunidade de lutar pelo tri em casa. A líbero tem 32 anos.
''Olha, a Olimpíada vai ser lá no quintal de casa. Será no Maracanãzinho, onde eu treino todo dia. Sou brasileira, não desisto nunca. É claro que eu quero estar lá'', disse a veterana, que já sofre a concorrência de Camila Brait, cortada antes de Zé Roberto inscrever as 12 atletas que foram campeãs olímpicas.
Hugh McCutcheon, o neozelandês que treina os Estados Unidos, acredita na possibilidade de o Brasil alcançar o tri. ''O Brasil tem tudo, grandes jogadoras, inclusive algumas jovens e talentosas, e um grande treinador. Mas espero que os Estados Unidos se reagrupem. Teremos um novo round no Rio'', afirmou o treinador, que não estará nos Jogos de 2016. Ele será treinador na Universidade de Minnesota.


