Curitiba - Vinte torcedores da Gaviões da Fiel conseguiram assustar o Corinthians em Curitiba. Assustada com o protesto da noite de terça-feira, a diretoria resolveu chamar o Batalhão de Choque paranaense para proteger os jogadores e antecipar para sexta-feira a ida a Maringá, onde o time alvinegro enfrentará o Paraná, domingo, pelo Campeonato Brasileiro. Além disso, convidado para assumir o time no lugar de Ademar Braga, Geninho preferiu continuar no Goiás, apesar do convite formal do gerente da MSI, Paulo Angioni.
  ‘‘O que a gente pode fazer? É uma pena o que está acontecendo em qualquer lugar que a gente vá. São os mesmos vândalos que fizeram aquela confusão no jogo do Pacaembu contra o River Plate’’, disse
Ricardinho.
  Para piorar, os argentinos Tevez e Mascherano, contundidos, não quiseram continuar com a delegação e foram para Buenos Aires. Ambos voltarão a jogar pelo Corinthians somente no final de julho, depois da Copa do Mundo. Isso, se não forem vendidos para o futebol europeu, como parece mais provável.
  Na verdade, Tevez se cansou do confinamento de Curitiba e do clima ruim que domina o Corinthians desde a desclassificação na Copa Libertadores da América. O craque usou como desculpa a contusão no tornozelo esquerdo, sofrida contra o São Paulo, e foi embora logo após o almoço.
  Com a suspensão de Carlos Alberto e a viagem de Tevez, está certa a presença de Marcelinho Carioca contra o Paraná.

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