Mesmo desfalcada, Unopar ainda sonha com 1o lugar
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quinta-feira, 02 de setembro de 2010
Thiago Mossini<br> Reportagem Local 
Apesar das duas derrotas a mais que os rivais e das baixas no elenco sofridas nos últimos dias, o técnico da Unopar Londrina/Sercomtel, Giancarlos Ramirez, ainda acredita que seus comandados possam brigar para terminar a fase de classificação da Liga Nacional de Handebol entre os dois primeiros colocados, garantindo, assim vantagem de decidir em casa nos playoffs da semifinal.
A equipe londrinense ocupa a terceira colocação na Liga, atrás de Metodista/São Bernardo e Pinheiros. Os londrinenses perderam dois jogos na competição, justamente para os dois rivais de São Paulo. Já os paulistas estão invictos no torneio e dividem a liderança. A Metodista leva vantagem no saldo de gols - 91 contra 88 do Pinheiros. Os dois times se enfrentam amanhã, no Ginásio do Pinheiros.
Para conseguir o objetivo, a Unopar precisa vencer todos os jogos daqui para frente. ''A ideia ainda é tentar o primeiro ou o segundo lugar. Mas, para isso, temos que vencer tanto Pinheiros como Metodista, para embolar tudo e decidir no saldo de gols'', disse o treinador.
O time volta a quadra amanhã à noite, para enfrentar o São Carlos-SP, fora de casa. Para o confronto, Ramirez ganhou mais um desfalque. O ponta-esquerda Mazzoco segue de fora do time. Ele se recupera de uma fratura no nariz. O armador-esquerdo Cavalo também está vetado, já que ainda não está recuperado de uma torção no tornozelo esquerdo. Junta-se a eles o ponta Gilson. Um dos destaques do time, ele passou por uma artroscopia na quarta-feira, para reconstruir o menisco e parte da cartilagem do joelho direito e só volta a atuar nas semifinais.
Segundo o ortopedista Rodrigo Medeiros, da comissão médica da equipe londrinense, a cirurgia realizada no Hospital São Francisco, em Cambé, foi bem sucedida e o jogador poderá voltar às quadras na reta final da competição.
''A cirurgia transcorreu muito bem. O Gilson se recupera bem e amanhã (hoje) já pode iniciar o processo de reabilitação com a fisioterapia. Acredito que dentro de 30, no máximo 40 dias, o atleta estará liberado para voltar a treinar'', explicou o médico.
Ramirez minimizou a ausência do jogador do restante da fase de classificação. ''É um tanto complicado ficar sem ele, mas o importante é que estará inteiro nos playoffs, que é quando vamos precisar ainda mais dele'', avaliou.


