São Paulo - As ideias da seleção brasileira feminina de basquete não correspondem aos fatos ocorridos nos três primeiros jogos da primeira fase do Mundial na cidade de Brno, na República Tcheca. Hoje, às 15h15, o time comandado pelo espanhol Carlos Colinas, terceiro colocado no Grupo C com duas derrotas e uma vitória, disputa o primeiro jogo das oitavas de final contra a Rússia, melhor da chave D, com três triunfos.

Sexta posição entre as equipes que mais desperdiçam a posse de bola, pior aproveitamento em lances livres, maior incidência de duplo-duplo (dois dígitos em dois fundamentos) no campeonato e pontuação baixa. Esses são elementos que desconstróem a tese de Colinas de jogo coletivo e dificultam a concretização do plano de desempenho das jogadoras.

Colinas afirmara preferir um jogo coletivo e que teria de mudar a mentalidade de Iziane e Érika, que atuam na WNBA, onde se valorizam as jogadas individuais.

Mas Érika já conseguiu dois duplo-duplos, contra Coreia do Sul e Espanha. A pivô Damiris também alcançou dois dígitos em dois quesitos contra as espanholas. O que indica que a coletividade não é forte do time.

Esta fase não é disputada no formato mata-mata, mas em confronto contra os adversários do outro grupo. O Brasil encara o Japão, amanhã, e a República Tcheca, na quarta. Se falhar em seus dois próximos desafios, disputará apenas o torneio de consolação, que define do 9º a 12º.

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