Melhor do mundo, alemã assumiu bissexualidade
Zurique, Suíça - Ainda são poucos os casos de jogadores que assumem serem gays ou bissexuais. Antes de Hitzlsperger, o caso mais repercutido foi da goleira alemã Nadine Angerer, de 35 anos, que assumiu ser bissexual em 2010.
Mês passado, ela ganhou o prêmio de melhor jogadora de 2013, batendo a brasileira Marta e a norte-americana Abby Wambach. Na festa de gala da entidade esteve com a parceira a seu lado.
No ano passado, o norte-americano Robbie Rogers, admitiu ser homossexual encerrando a carreira aos 25 anos.
Depois acabou voltando a atuar pelo Los Angeles Galaxy, se tornando um dos únicos gays assumidos a estar em atividade em uma grande liga profissional.
Não há registro na Fifa de punições em caso de discriminação a opção sexual. Por outro lado, a entidade vem punindo outros tipos de manifestações racistas.
Recentemente, o Comitê Disciplinar da Fifa sancionou o zagueiro croata Simunic com dez jogos de suspensão e R$ 70 mil em multa por comemorar a classificação de sua seleção para a Copa-2014 com saudações nazistas. A entidade considerou o ato discriminatório porque o gesto feito era usado durante a Segunda Guerra Mundial.
Com essa punição, Simunic está fora da Copa.
Há um ano, a seleção da Bulgária foi multada em mais de R$ 70 mil e teve que jogar uma partida com portões fechados por causa de cantos racistas contra o dinamarquês Patrick Mtiliga, que é negro. O jogo era válido pelas Eliminatórias da Copa no Brasil. (M.R./Folhapress)





