Barcelona - Com a sua dupla Jenson Button e Sergio Pérez ocupando respectivamente as decepcionantes 10ª e 11ª colocações deste Mundial de Fórmula 1, a McLaren chegará ao GP da Espanha, palco da corrida deste domingo, evitando exibir otimismo com o novo pacote de mudanças que será testado nos carros da equipe já a partir desta sexta-feira, quando começam os treinos livres no circuito da Catalunha.
A McLaren espera poder dar início a uma reação no Mundial a partir desta fase europeia do calendário da categoria, depois de quatro provas com desempenho ruim neste ano. Entretanto, assim como Button evitou projetar otimismo para a prova na Espanha nos últimos dias, o diretor-técnico da escuderia de Woking, Jonathan Neale, prega cautela antes de saber qual nível de desempenho a equipe mostrará diante das suas principais rivais.
"A primeira corrida europeia será uma para qual todos estarão trazendo atualizações e nosso progresso será medido contra nossos competidores", disse Neale. "Acho que seremos cautelosos neste estágio e digo que a medida de nosso progresso será revelado no sábado à tarde (no treino de classificação) e no domingo, quando teremos a chance de quantificar o que temos feito", completou.
Neale afirmou estar satisfeito com os últimos esforços feitos pela equipe para elevar a performance do modelo MP4-28, que, segundo a equipe, terá um "significante" número de atualizações, mas o dirigente repetiu: "Estaremos cautelosos neste estágio até sabermos onde nós estamos de fato. Algumas coisas vão funcionar, e algumas coisas não".
Após quatro corridas disputadas, a McLaren ocupa a modesta sexta posição do Mundial de Construtores da F1, estando atrás até da emergente Force India, a quinta colocada.

Lotus
A Lotus anunciou oficialmente ontem a saída do seu diretor-técnico, James Allison, que deixará a escuderia inglesa e será substituído por Nick Chester, promovido ao cargo e até então diretor de engenharia da equipe na Fórmula 1.
Allison deixa a Lotus depois de três passagens pela equipe, sendo duas delas enquanto a mesma carregava os nomes das extintas Benetton e Renault, e seus futuros planos ainda não foram revelados. Chester, por sua vez, está trabalhando na escuderia de Enstone desde 2000, depois de ter iniciado a sua carreira na F1 como engenheiro da extinta Arrows em 1995.

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