Massa pode retornar para a Sauber no próximo ano
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terça-feira, 24 de junho de 2003
Agência Estado 
São Paulo - Não é lei, mas ao menos na Fórmula 1 é regra geral: onde há fumaça, há fogo. Ontem, o suíço Peter Sauber, sócio da Sauber, confirmou que os sinais de fumaça emitidos durante os dias de disputa do GP do Canadá foram mesmo provocados por seu tapete. O brasileiro Felipe Massa pode retornar à equipe que o lançou na categoria.
''Ele é rápido, mas precisava adquirir experiência em um time grande. Não posso confirmar que será nosso piloto em 2004, embora seja uma das alternativas'', elogiou Peter Sauber.
Em Montreal, repercutiu com força o boato de que Massa retornaria à Sauber. A escuderia suíça corre com motor Ferrari e Jean Todt, diretor esportivo da Ferrari, falou com todas as letras: ''Faremos o possível para Massa competir na próxima temporada. Sabemos já que ele é bom, falta descobrir quão bom''.
Massa é piloto de testes da Ferrari. Parece provável que Peter Sauber receba um ótimo desconto na fatura que a Ferrari lhe envia todo ano pelo uso do seu motor, sempre a versão anterior à do modelo usado por Michael Schumacher e Rubens Barrichello, estimada em US$ 18 milhões. As negociações prosseguem e estão sendo favorecidas pelo possível destino do alemão Nick Heidfeld, atual companheiro de Heinz-Harald Frentzen na Sauber.
Embora não esteja mais sob contrato da Mercedes, Heidfeld pode se transferir para a Jordan, cujas conversas com a montadora alemã estão adiantadas para substituir a Ford. Já Frentzen não quer nem ouvir falar em aposentadoria, apesar dos 36 anos de idade e erros como o de Mônaco, quando bateu sozinho ainda na primeira volta. Dessa forma, ao menos hoje, a possível dupla da Sauber para 2004 seria Massa-Frentzen. O diretor-técnico da equipe, o alemão Willi Rampf, já trabalha no modelo do ano que vem, que será bastante distinto do atual, um tanto ultrapassado por ter como base ainda o eficiente carro de 2001, o que projetou Kimi Raikkonen para a Fórmula 1.
Montoya Quatro meses sem a carteira de habilitação e multa de 1.200 euros. Esta foi a pena imposta pelo Tribunal de Frejus, no sul da França, ao piloto colombiano, por ter sido surpreendido dirigindo a 204 km/h numa estrada do país.
O piloto da Williams não compareceu ao julgamento e seu advogado levou uma carta em que Montoya pedia desculpas ao Estado francês. Para os jornalistas, ele comentou na corrida seguinte ao ser detectado nessa velocidade: ''Dei ao policial a minha carteira internacional, mas tenho ainda a colombiana e ela vale na Europa''.


