A seleção brasileira estreia na Copa do Mundo de 2026 no próximo dia 13 de junho, contra Marrocos, às 19h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Mais do que a abertura do grupo C, o confronto representa o primeiro passo de um Brasil que chega ao Mundial pressionado por resultados, mas novamente apontado como protagonista natural em uma chave considerada acessível.

Apesar do favoritismo, a estreia promete exigir concentração máxima. Marrocos vive um dos melhores momentos de sua história no futebol. A seleção africana foi semifinalista da última Copa do Mundo e conquistou recentemente a Copa Africana de Nações, consolidando-se como potência continental. Por esse motivo, é vista como o adversário mais perigoso antes da fase eliminatória.

A preparação brasileira para enfrentar Marrocos vem sendo marcada por dúvidas quanto ao time titular comandado por Carlo Anceltti.

Na mesma noite do dia 13 de junho, às 22h, Haiti e Escócia completam a primeira rodada do grupo, em partida marcada para o Gillette Stadium, em Boston. Os dois times chegam ao Mundial com expectativas mais modestas: a Escócia tenta surpreender com organização tática e jogo físico, enquanto o Haiti aparece como a grande zebra da chave.

De acordo com projeções das principais casas de apostas internacionais, o Brasil é amplamente favorito para terminar na liderança do grupo C, com margem expressiva sobre os demais países. Marrocos surge como segunda força, enquanto Escócia e Haiti completam o quarteto em posição de menor probabilidade de classificação.

Ainda que os números reforcem o peso da seleção dentro do grupo, se sabe que Marrocos é o principal adversário no grupo C. A avaliação é de que uma estreia sólida, com desempenho convincente e bom resultado, pode servir como ponto de partida para uma campanha segura na fase de grupos e, posteriormente, embalar o time rumo ao mata-mata.

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