Mario Sergio Marquez nasceu em Curitiba, no dia 2 de junho de 63. A identidade com o turfe vem desde o bisavô, que era uruguaio: o coronel Abelardo Marquez. O avô veio para o Brasil em 1915 e se tornou grande proprietário de cavalos de corrida. O pai, Mario Araujo Marquez, foi ganhador do terceiro Grande Prêmio Paraná em 1944, montando o cavalo Truchmann. Toda a família passou pela diretoria e pelo conselho do Jóquei Clube do Paraná. Marquez é atualmente comissário de corrida e foi o diretor mais novo na história do Jóquei em todos os tempos. Assumiu o cargo com apenas 18 anos.
Marquez já escreveu artigos para jornais. Ele é colunista do ‘‘Jornal do Turfe’’ e também das revistas do Jóquei Clube de São Paulo e do Rio de Janeiro. Atualmente trabalha como Leiloeiro de cavalos, dá supervisão e treinamentos de cavalos, e ainda administra algumas fazendas. Sobre o jóquei paranaense, Marquez o classifica como sendo um dos melhores do Brasil. ‘‘Todos os cavalos treinados aqui são respeitados no Brasil inteiro’’, disse.
Folha - Qual é a situação do turfe hoje no Brasil?
Marquez - Vivemos um momento de transição. Depois do plano Real o número de apostas caiu muito no país todo.
Folha - O que precisa mudar no turfe brasileiro?
Marquez - Primeiro é democratizar o acesso. Depois é necessário dismistificar a visão que o turfe tem. A maioria das pessoas não sabe que o turfe é um lazer e um esporte acessível a todos. Para se ter uma idéia, com R$ 100,00 mensais você pode ser proprietário de um cavalo de corrida.
Folha - Qual a sua espectativa em escrever sobre o Turfe na Folha.
Marquez - A espectativa é a melhor possível. Afinal a Folha é um jornal respeitadíssimo, de circulação estadual e com grande repercussão nos principais meios do Paraná.

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