Maringá tem parada dura em Canoas
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quarta-feira, 05 de novembro de 1997
Da Redação e Maringá 
Depois da vitória sobre o Fluminense/Oceânia no último domingo, no Rio de Janeiro, a equipe de vôlei masculino do Telepar/Maringá enfrenta hoje o Ulbra/Diadora, em Canoas (RS). O jogo terá início às 20h30. A partida contra o time gaúcho deverá ser uma das mais difíceis para o Telepar, já que a equipe do Sul é considerada a favorita do campeonato deste ano. Ulbra/Diadora venceu no domingo a equipe o Report Suzano por 3 sets a 0.
O atacante Anderson, da equipe maringaense, continua fora da partida de hoje. Ele está contundido na mão direita e não joga há duas partidas. Em contrapartida, o técnico Fernando Rabelo está otimista com a contratação do ponta-de-rede Pampa e do levantador Paulo Roese pelo Telepar/Maringá. Os dois jogadores devem estrear na partida de 30 de novembro, contra o Palmeiras, em São Paulo. Com a vitória sobre o Fluminense, o Telepar/Maringá está em oitavo lugar entre as 12 equipes que participam do campeonato.
Outros jogosManter o aproveitamento no saque e contra-ataque é o principal objetivo do Banespa hoje. A equipe do técnico Cacá Bizzocchi enfrenta o Fluminense disposta a manter a liderança no ranking da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei). Não será desta vez que o norte-americano Dan Landry fará sua estréia no Banespa. Segundo o supervisor da equipe, Ricardo Lange, a documentação foi enviada à CBV para, em seguida, ser encaminhada à FIVB (Federação Internacional de Volleyball). Se o jogo fosse na quinta-feira daria tempo. Ele deve fazer sua estréia apenas contra o Lupo, disse Lange.
Mais quatro partidas serão disputadas hoje, todas às 20 horas: Try On/MRV x Olympikus; Papel Report x Palmeiras; Objetivo x Lupo/Náutico; e SOS Computadores x 1º de Maio/Philco.
O coordenador da Comissão Brasileira de Arbitragem de Vôlei (Cobrav), Josebel Palmerin, lamenta que as novas regras de limite de tempo nos sets que estão sendo testadas na Superliga tenham trazido novamente para o esporte decisões subjetivas dos árbitros. O que pode ser interpretado como cera para um pode não ser para o outro, diz Palmerin.


