Maringá joga a vida na Superliga B; masculino comemora campanha na A
Time feminino precisa vencer Flamengo para forçar terceira partida e manter vivo sonho de chegar à elite do vôlei brasileiro
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 04 de abril de 2019
Time feminino precisa vencer Flamengo para forçar terceira partida e manter vivo sonho de chegar à elite do vôlei brasileiro
Vitor Ogawa - Grupo Folha 

O Maringá/Amavôlei disputa no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (4), às 19 horas, no ginásio da AABB carioca, a segunda partida da semifinal da Superliga B feminina contra o Flamengo. O time paranaense precisa vencer para forçar a realização do terceiro jogo para a definição de uma das vagas na final, já que perdeu a primeira partida para a equipe rubro-negra por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/15 e 25/15.
O técnico Juliano Trindade afirmou à FOLHA que a equipe paranaense tenta melhorar os passes, principal falha do time na primeira partida. “Deu uma pane. Sofremos bastante com isso”, destacou o treinador. Além disso, Trindade tenta melhorar o serviço da equipe. “Nosso saque precisa ser um pouco mais agressivo. Com a bola na mão delas, fica difícil fazer as marcações”, analisou o treinador. “Eu acho que se fizermos tudo direitinho dá para reverter esse resultado.”
Masculino
Na última quinta-feira (28), o Copel Telecom/Maringá perdeu a segunda partida do play-off da Superliga A masculina para o Sada/Cruzeiro por 3 sets a 0 – parciais de 25/19, 25/21 e 25/17, no ginásio Chico Neto. Com isso, a equipe maringaense se despediu da competição.
O Maringá conseguiu desbancar equipes que eram consideradas favoritas e se classificou para as quartas de final na sétima colocação, mesmo com baixo investimento. Na primeira partida do play-off, sofreu a derrota apenas no tie-break, por 17 a 15, e chegou a estar à frente no quinto set, quando liderou o placar por 9 a 5.
O técnico Alessandro Fadul se disse satisfeito com o desempenho da equipe nesta temporada. “Nas três temporadas anteriores, o time ficou na briga para fugir do rebaixamento. Este ano, tivemos baixo investimento, montamos a equipe em cima da hora e chegamos a uma semifinal inédita de Copa Brasil e conseguimos a classificação para as quartas de final, o que não acontecia há quatro anos. A equipe atingiu as metas a que se propôs”, descreveu o treinador.
“Vamos sentar com a diretoria para avaliar o que aconteceu de positivo, o que pode evoluir e decidir qual o futuro de todo mundo na próxima temporada. Eu mesmo ainda não acertei (a permanência na equipe). Existe o interesse de ficar, mas vamos ver o que acontece”, finalizou Fadul.


