Marin faz acordo com promotoria
Nova York - Três meses após assinar o acordo de prisão domiciliar com a Justiça dos EUA, o ex-presidente da CBF José Maria Marin conseguiu trocar a exigência de carta de fiança de US$ 2 milhões pelo pagamento de um valor entre US$ 200 mil e US$ 250 mil em espécie. A decisão foi informada ontem pelo Tribunal de Nova York, onde Marin é julgado sob acusação de envolvimento no escândalo de corrupção do futebol mundial. A defesa do cartola vinha negociando com a promotoria havia semanas, sob alegação de que a carta de fiança era custosa e burocrática. Após chegar ao acordo, o juiz Raymond Dearie deve ratificar o entendimento entre as partes.





