Mais uma homenagem, desta vez uma escultura do artista Gustavo Rosa, colocada na Praça Califórnia, no Jardim América, em São Paulo, resgata a história de Maria Esther Bueno, a mais importante tenista latino-americana de todos os tempos. A escultura será inaugurada hoje, às 20 horas, com a presença da tenista.
Quando Maria Esther ganhou o seu primeiro título, em Wimbledon, a tevê não mostrou ao vivo e o fato não teve a dimensão que hoje informações como esta ganham ao atingir o mundo todo em minutos. Mas a história fica. E a escultura colocada na Praça Califórnia é um símbolo.
Maria Esther que teve o patrocínio do jornal O Estado de S. Paulo enquanto jogava foi campeã de Wimbledon 8 vezes, tem 20 títulos de torneios do Grand Slam (Austrália, França, Inglaterra e Estados Unidos), figurou como a número um do ranking mundial de 1958 a 1968. Muitos jovens desconhecem. ‘‘A história é pouca lembrada’’, concorda Maria Esther, que já foi homenageada com duas estátuas - uma está no Clube de Regatas Tietê e a outra no Pacaembu.
Outra homenagem internacional a Maria Esther vem da Organização das Nações Unidas (ONU). A tenista integra a lista das 400 maiores personalidades mundiais do milênio. Foi escolhida para dar sua mensagem para o próximo milênio em um cartão-postal, com a bandeira do Brasil, que irá formar um painel será exibido no telão do Times Square, em Nova York, na virada do milênio e em museus, pelo mundo.
Guga - Em lista divulgada ontem pela Associação de Tenistas Profissionais, o brasileiro Gustavo Kuerten subiu uma posição no ranking, passando a ocupar a 23ª posição. Esta deve ser a posição em que ele terminará o ano. Outro brasileiro, Fernando Meligeni, que era o 56º do ranking mundial, caiu para a 59ª.

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