São Paulo - Passam os dias e, em vez de diminuir, só aumenta a crise no Palmeiras. Dessa vez, parece notícia velha, mas não é: Magrão, contundido, fica um mês afastado da equipe, enquanto Marcos fala demais e volta a criar problemas para a diretoria. Nem a cabeça a prêmio do treinador Jair Picerni é novidade.
Magrão sofreu uma lesão no músculo adutor da coxa esquerda no jogo contra o Náutico, sábado, e deverá ficar um mês sem jogar.
Depois da derrota de virada no sábado, contra o Náutico, por 2 a 1, o goleiro Marcos pôs a boca no mundo, não pela primeira, nem pela última vez. Reclamou que após a contusão de Magrão, substituído por Corrêa, o time caiu de rendimento e por isso perdeu a partida. Para variar, reclamou da diretoria. ''Um time que quer subir para a primeira divisão deve ter um jogador à altura para entrar quando isso acontece'', disse.
O goleiro pentacampeão do mundo parece estar com os dias contados no clube. O mesmo caso de Picerni, que ontem nem compareceu ao treino da equipe. Em meio a crise, teria ido a Porto Alegre receber um prêmio. Prêmio de quê? Onde? Não se sabe. Conselheiros palmeirenses vêm anunciando a queda do treinador há cerca de duas semanas. Uma nova derrota pode servir de pretexto.

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