Marcinho almeja grande despedida no Mundial
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 26 de junho de 2012
Redação FolhaWeb 
Sobrevivente da renovação na seleção italiana de futsal, o londrinense Márcio Forte quer despedir-se da Azzurra em grande estilo. Confirmado como capitão da Itália no Mundial de novembro na Tailândia, o fixo sonha em ver a equipe alcançar ao menos a semifinal, o que seria uma grande conquista para a nova formação.
No Mundial de 2008, disputado no Brasil, a seleção italiana era toda formada por ítalo-brasileiros, como o próprio londrinense. Agora, a Federação Italiana vetou uma Azzurra ''verde-amarela'' e provocou uma reformulação forçada. São permitidos no máximo sete brasucas, junto com sete italianos natos, sendo que um nativo tem que fazer parte do quinteto que estiver na quadra.
''Hoje, a nossa seleção não é favorita, mas com um trabalho sério, quem sabe podemos disputar uma semifinal no Mundial'', projetou o capitão, que se aposenta da seleção após o Mundial. E foi o que aconteceu no último europeu. O time italiano caiu na semi diante dos espanhóis.
Por falar em mudanças, elas deram o tom na última temporada para o jogador pé-vermelho. Ele retornou à Lazio, seu primeiro clube na Itália, quando desembarcou por lá dez anos atrás.
Depois de um período de muitas conquistas com a camisa do Montesilvano, a crise econômica o obrigou a mudar de time. O time conquistou a Liga dos Campeões da Europa na temporada 2010/2011, mas na temporada seguinte foi eliminado e a direção se viu obrigada a reduzir a folha salarial. ''Com a crise, o clube propôs uma redução de 40% nos salários e não aceitei. Aí fui vendido para a Lazio, que foi meu primeiro clube na Itália'', contou o fixo.
Leia mais na reportagem de Thiago Mossini


