Cor­re­do­res de vá­rias re­giões do Bra­sil es­ti­ve­ram em Lon­dri­na, do­min­go, par­ti­ci­pan­do da 1ªedi­ção da Ma­ra­to­na da ci­da­de. O even­to reu­niu 1.500 ho­mens e mu­lhe­res de vá­rias ida­des. A ma­nhã na ci­da­de foi mar­ca­da por ­três pro­vas: a ma­ra­to­na – com um per­cur­so de 42 km, a ­meia ma­ra­to­na – com um per­cur­so de 21 km e uma pro­va de cin­co qui­mô­me­tros.
  En­tre os cor­re­do­res não fal­ta­ram elo­gios à or­ga­ni­za­ção da pro­va. A baia­na Gra­cie­te Mo­rei­ra Car­nei­ro, de 32 ­anos, foi a pri­mei­ra mu­lher a com­ple­tar a ma­ra­to­na e afir­mou que o per­cur­so es­ta­va mui­to di­fí­cil. ‘‘São mui­tas su­bi­das e des­ci­das e se a equi­pe de or­ga­ni­za­ção não tra­ba­lhas­se bem a gen­te não con­se­gui­ria com­ple­tar a ­prova’’, dis­se.
  Os atle­tas des­ta­ca­ram a di­fi­cul­da­de do tra­je­to. Clau­dir Ro­dri­gues, 34 ­anos, ­veio de San­ta Ma­ria (RS) e foi o pri­mei­ro ho­mem a com­ple­tar a ma­ra­to­na, com pou­co ­mais de 2 ho­ras e 34 mi­nu­tos de pro­va. Pa­ra ele, a Ma­ra­to­na de Lon­dri­na foi uma das ­mais di­fí­ceis já dis­pu­ta­das. ‘‘­Além do per­cur­so, o cli­ma se­co tam­bém in­ter­fe­re na cor­ri­da por­que o atle­ta per­de mui­ta ener­gia, mas que­ro vol­tar no ano que vem e ten­tar re­pe­tir o ­resultado’’, afir­mou.
  O coor­de­na­dor ge­ral do even­to, Eu­gê­nio Za­ni­nel­li, dis­se que fo­ram ­mais de 300 reu­niões pa­ra que tu­do es­ti­ves­se acer­ta­do pa­ra o dia da cor­ri­da. ‘‘Va­leu a pe­na. A ma­ra­to­na é da ci­da­de de Lon­dri­na. Ano que vem tem ­mais’’, ga­ran­tiu.


● É disputada na distância de 42,195 km desde 1908; é tradicionalmente o último evento dos Jogos Olímpicos

● A umidade reduzida contribui para o surgimento ou agravamento de doenças respiratórias, cardiovasculares e oculares

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