Rio, 09 (AE) - Num sábado de poucas ondas na Barra da Tijuca, a organização do Rio Marathon Surf International, que cuida das etapas brasileiras do WQS (divisão de acesso para a elite do surfe munduial), adiou para amanhã, a realização das baterias masculinas profissionais. Entre as mulheres, Brigitte Mayer, Taís de Almeida, Alessandra Vieira e Andrea Lopes conseguiram vagas para a final e vão disputar um prêmio de R$ 1.600,00.
Se as ondas não aparecerem, pela primeira vez em 12 anos, a prova masculina terminará na segunda-feira. Sete brasileiros lutam por pontos para permanecer entre os 15 melhores surfistas da entidade, o que lhes daria o direito a uma das 42 vagas disponíveis no WCT do ano 2000. Além disso, os atletas fazem uma disputa particular em busca de dólares.
O campeão brasileiro, Fábio Gouveia, atualmente na primeira colocação do ranking da WQS com 8.655 pontos e na 29.ª posição do WCT, este ano já conquistou US$ 46.400 em prêmios. Em toda a carreira, o surfista já garantiu US$ 442.553 em sua conta bancária. O brasileiro só não supera os norte-americanos Tom Curren, que já recebeu US$ 490.505, e Rob Machado, ganhador de US$ 443.585. O australiano Mark Occhiluppo, melhor surfista da atualidade, já recebeu US$ 457 mil no WCT.
Armando Daltro, 21.º do mundo no WCT e segundo do WQS, este ano, ganhou US$ 22.400. Na carreira, o surfista arrematou US$ 151.110. Flávio Padaratz, quinto colocado na divisão de acesso, já recebeu US$ 317.475. Peterson Rosa, sexto do mundo no da WQS e 31.º no WCT, já faturou US$ 316 mil. Rodrigo Dorneles, 7.º do ranking da WQS, conseguiu nesta temporada US$ 15.800. Renan Rocha, décimo do ranking, em 1999, já garantiu US$ 33.500. Victor Ribas, 11.º do WCT, ganhou US$ 325.760.

mockup