Maior jogador da história do basquete brasileiro, Oscar Schmidt, 50 anos, esteve na última semana, em Londrina, proferindo uma palestra a convite do Sebrae/PR. Durante a passagem pelo Norte do Paraná, o ‘‘Mão Santa’’, como é conhecido o ex-atleta, falou sobre os problemas enfrentados pelo basquete brasileiro, principalmente o masculino, que não disputa uma Olimpíada há 12 anos.
  Segundo Oscar, o que mais falta na seleção brasileira atual é patrotismo por parte dos jogadores. ‘‘Pra mim, o maior orgulho sempre foi defender o Brasil. Os garotos de hoje não têm isso’’, criticou, dando uma cutucada em atletas como Leandrinho, Anderson Varejão e Nenê, que atuam na NBA (a liga profissional norte-americana) e não foram para o Pré-Olímpico Mundial de 2008, na Grécia.
  Para o ex-jogador, o fato do basquete masculino brasileiro não ter disputado as três últimas Olímpiadas prejudicou o desenvolvimento da modalidade no País. Ele acredita que a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) deveria encontrar alternativas para aumentar o número de praticantes.
  Durante a conversa com a imprensa, Oscar analisou ainda a decadência do basquete londrinense. Segundo ele, a maioria dos times, inclusive o de Londrina, atravessa grave crise porque não tem retorno de mídia, e isso
dificulta na captação de recursos
junto às empresas.


Recordista mundial de pontos, com 49.703 em 32 anos de carreira. Ele defendeu a seleção brasileira durante 24 anos


A ‘National Basketball Association’ começou com 11 times em 1946 e na época era chamada de ‘Basketball Association of America’ (BAA), ou em português, Associação de Basquetebol da América. Atualmente a liga é formada por
30 equipes oficiais




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