Mano comemora retorno de Jorge Henrique
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Das agências 
São Paulo - Ausente das últimas duas partidas do Corinthians no Campeonato Brasileiro, a volta de Jorge Henrique à equipe no clássico com o São Paulo é comemorada pelo técnico Mano Menezes. O comandante aponta o motorzinho, apelido dado pela torcida ao atacante, como um dos mais importantes jogadores na atual temporada.
O Jorge Henrique fez bons jogos e foi decisivo na Copa do Brasil, destacou o treinador. Para ele, a velocidade e disposição tática do camisa 23, que treinou forte nos últimos dias, vêm sendo fundamentais ao time. O torcedor gosta de jogadores assim e tendência, nesses casos, é que eles façam grandes partidas.
Além do retorno certo de Jorge Henrique, o treinador deve contar com outros jogadores que estavam lesionados, como William.
O retorno da zaga titular, entretanto, é visto com cautela por parte do comandante. William e Chicão não participam juntos de um confronto há mais de um mês e o treinador não descarta escalar Paulo André. É arriscado colocar dois jogadores que não estão 100% fisicamente, acrescentou. O Chicão se recupera de lesão e não fará uma semana normal de treinamentos. O William está há um longo tempo sem jogar, argumentou.
Mo meio campo, três jogadores disputam uma posição no setor: Edno, Defederico e Edu. Os dois primeiros ainda não possuem a documentação regularizada - a do camisa 41 não deve ser um problema. Espero que a documentação do Defederico chegue até quinta-feira para não prejudicar ainda mais a definição do time.
Edu, por sua vez, ainda se recupera de lesão na coxa direita, mas sua volta não é descartada pelo técnico. Vamos ver a condição do Edu, que está retornando, comentou Mano, mantendo o mistério. Ainda estamos avaliando a questão. Não sabemos se colocamos um jogador um pouco atrás para fazer a função de meia.
Tantas variações no time fazem o técnico encarar o São Paulo como uma equipe mais organizada no momento. Nós temos variado demais nos últimos jogos e não tem funcionado tão bem, analisou Mano.


