Os peões do técnico Tadeu José Martins pretendem dar um xeque mate no Atlético, no domingo, às 15h30, no Estádio Durival de Britto e Silva, em Curitiba. Uma vitória do Malutrom na partida de ida da semifinal do Campeonato Paranaense dará mais tranquilidade ao time mais jovem da Primeira Divisão para jogar na casa do adversário, no dia 12.
Na Vila Capanema o time de São José dos Pinhais sempre tem sorte. Lá conquistou o título do Módulo Branco, vencendo o Uberlândia. Mas nos outros estádios da capital o Malutrom não vem se dando bem. Na Baixada a equipe perdeu por 3 a 1 para o Atlético e no Alto da Glória caiu com 3 a 0, para o Coritiba. No Estádio Tancredo Neves, em São José dos Pinhais a campanha foi pior. O time foi goleado por 4 a 0 pelo o Atlético e por 3 a 0 para o Paraná Clube. Contra o Coritiba empatou em um gol.
Sem problemas para escalar seu time, Martins pretende fazer uma pequena maquiagem. Optou por uma mudança tática. Deixou de lado o tradicional 4-4-2 e vai adotar um sistema criado pelo técnico Mário Jorge Lobo Zagallo, que não deu certo com a seleção brasileira no passado, o 4-3-1-2. Na última vez em que o treinador inventou contra o Atlético, escolhendo um sistema novo, o Rubro-negro fez o carnaval em menos de 30 minutos, marcando três gols. O placar daquela partida obrigou Martins a retomar o esquema 4-4-2. Com a mudança o Malutrom recuperou a estima e conseguiu se classificar às semifinais.
A arma da equipe de São José dos Pinhais continua sendo o meia Rodrigo Batata. Quando o jogador está bem, a equipe deslancha. Se está bem marcado, o Malutrom tem dificuldades para criar jogadas. Tcheco, que seria outra opção para organizar jogadas, também cai de produção como o companheiro, comprometendo o rendimento de todo setor. A bomba acaba sobrando sempre para Flávio e Aléssio, que ficam isolados no ataque.

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