O gestor do Londrina, Sérgio Malucelli, admitiu ontem a possibilidade de se "aposentar" do futebol em 2020, quando termina seu contrato com o Londrina. Em entrevista à rádio Paiquerê AM, ele usou este projeto como argumento para negar que ele e seu sócio, Juan Figer, estejam assumindo o futebol do Figueirense.
"Seria um negócio diferente, mas o trabalho é muito maior, para quem está pensando em ficar mais seis anos e parar, seria o contrário. O desgaste é muito grande no futebol", afirmou Malucelli.
A parceria com o veterano empresário uruguaio foi plataforma de campanha de Wilfredo Brillinger, que acabou sendo candidato único à presidência do clube catarinense. Por lá, a imprensa dá como acertada a parceria, que valeria por 15 anos.
Malucelli admitiu que recebeu uma comitiva de dirigentes do Figueirense em seu CT, mas disse que são mínimas as possibilidades de acerto. "Realmente tivemos contato. Eles estiveram inclusive em Londrina, tivemos uma reunião longa, mas não acertamos nada", contou.
Malucelli lembrou que um novo encontro ocorrerá nos próximos dias e que ficou balançado com a proposta. "Mexeu um pouco por se tratar de um time que está na primeira divisão, mas o trabalho é muito grande, a distância é grande para controlar os dois (Figueirense e Londrina). Ficamos de conversar agora novamente, mas acho muito difícil".

REFORÇOS
Dentro de campo, o Londrina se reapresentou ontem para reiniciar os preparativos para a disputa do Campeonato Paranaense. Hoje, o gestor deve apresentar mais dois reforços, um volante e um atacante, além do lateral esquerdo Lino e do atacante Henry Kanu.
Já a situação do atacante Arthur, que retorna de empréstimo ao Flamengo, deve ser resolvida esta semana. O destino dele deve ser o mesmo do zagueiro Gilvan, o Ceará. O técnico Dado Cavalcanti, que trabalhou no Paraná Clube e Coritiba recentemente, é o comandante do Vozão e indicou sua contratação.

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