O Londrina Basquete Clube (LBC) irá pleitear junto ao presidente da Fundação de Municipal de Esportes, Marcelo Paulino de Oliveira, o adiamento das obras de remodelação da quadra do Moringão para o segundo semestre. ‘‘Para o basquete, seria a melhor solução’’, defende Paulo Cézar da Silva Machado, presidente do clube.
O dirigente aguarda o término das férias de Paulino para fazer a reivindicação.
A segunda alternativa para o impasse poderia ser a realização dos jogos com as obras em andamento. Neste caso, seria preciso um aval da Confederação Brasileira de Basquete (CBB). A entidade deve fazer uma vistoria no ginásio na sexta-feira.
Se as duas alternativas falharem, restaria a possibilidade de se jogar no ginásio da Associação Banestado, com capacidade para apenas mil torcedores. O ginásio do Colégio Marista estaria descartado por causa do tipo de revestimento da quadra.
Machado evitou criticar a atuação da entidade no caso, mas admitiu que a tabela do Brasileiro poderia ter sido ‘‘mais tranquila’’ se houvesse condições de se precisar com antecedência a data de início das obras.
O Sercomtel/Londrina realizou as quatro primeiras partidas do campeonato como visitante para ‘‘liberar’’ o Moringão para as reformas. A equipe acabou perdendo três jogos. Com as obras proteladas, o ginásio esteve à disposição durante todo o período.

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