Maiores astros da equipe têm atuação apagada
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domingo, 01 de julho de 2001
Agência Folha De São Paulo 
Nenhum drible. A maioria das finalizações erradas. Pouca participação. Os números do Datafolha apontam que os dois principais astros da seleção brasileira no jogo contra o Uruguai Rivaldo e Romário -decepcionaram.
A inspiração dos dois em jogadas individuais foi nula. Juntos, não produziram um drible sequer numa partida em que o Brasil fintou o rival 27 vezes. Com pouca movimentação, os dois foram pouco procurados pelos seus companheiros. Entre os jogadores brasileiros que disputaram os 90 minutos, só o goleiro Marcos e o zagueiro Cris receberam menos passes do que Romário e Rivaldo. Na hora de finalizar, a especialidade dos dois, a decepção foi maior. Durante todo o confronto, Romário só finalizou uma vez. Rivaldo concluiu quatro vezes, mas três não precisaram de nenhuma intervenção do goleiro Carini.
Confirmando a sua boa fase, o meia Juninho, do Vasco, bem que tentou carregar o time nas costas, dando muito trabalho à defesa do Uruguai. O jogador não se intimidou e foi para cima dos uruguaios, mas não foi o bastante para reverter o comportamento apático da equipe brasileira. No segundo tempo, com a entrada de Euller, Juninho passou a atuar como um ponta direita, fora de sua posição de origem, caindo de produção. (Agência Folha)


