São Paulo - Uma transferência frustrada para o futebol europeu é motivo de decepção para qualquer jogador. Menos para Magrão. Dé férias no litoral paulista, o volante do Palmeiras não tem pressa para definir qual camisa vestirá em 2005, depois de recusar a proposta feita pelos russos do FC Moscou. ''Sou jogador do Palmeiras e se não houver acordo, me apresento normalmente em janeiro, para o Campeonato Paulista'', avisou.
''A oferta (do FC Moscou) tem de melhorar muito, se não, fico no Brasil.'' O maior receio de Magrão em acertar com os russos, no entanto, não é financeiro. O que o volante mais teme é sofrer um retrocesso na carreira, depois de uma temporada vitoriosa, na qual levou o Palmeiras de volta à Taça Libertadores, foi convocado para a seleção brasileira e conquistou, definitivamente, o respeito dos torcedores.
Os dirigentes do FC Moscou ainda podem tentar concretizar a transação, mas dificilmente terão sucesso. A diretoria do Palmeiras já contava com o dinheiro da transação de Magrão cerca de US$ 1,5 milhão , mas deixou o jogador à vontade para resolver seu futuro.
As negociações com o meia Cristian, do Paraná, estão adiantadas, e podem ser definidas até sexta-feira. Seria o segundo reforço do Palmeiras para 2005 - o primeiro é o lateral-direito Bruno, que veio do Marília.

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