Rafinha mora sozinho em um apartamento em Gelseenkirchen, cidade de 200 mil habitantes localizada ao Norte da Alemanha, na região de Dortmund. Ele se reapresentará ao Shalke 04 no próximo dia 3, pois no dia 28 de janeiro recomeça o Campeonato Alemão. ''Estamos fazendo uma boa campanha e temos chances de ser campeões, pois estamos a apenas 9 pontos do líder (o Bayern de Munique)'', comentou.
Para aliviar um pouco a saudade de casa, neste período inicial de adaptação, sua mãe, Dona Dete, foi passar dois meses com ele, de outubro a dezembro. Sobre as diferenças que sentiu em relação ao futebol brasileiro, o lateral relatou que na Alemanha ''o jogo é mais de força e com muita ligação direta da defesa para o ataque''.
Dentro de campo, além de um intérprete, Rafinha conta com a ajuda de outros dois brasileiros, o zagueiro Bordon (ex-São Paulo) e o meia Lincoln (ex-Atlético-MG), que estão há mais de cinco anos na Alemanha. O Shalke não se classificou para as oitavas-de-final da Liga dos Campeões, pois caiu em um grupo díficil, que tinha Milan, PSV (Holanda) e Fenerbahce (Turquia). Em fevereiro, o time estréia na Copa da Uefa. (J.K.)

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