Londrina, 26 (AE) - A espera por um jogo noturno como o de hoje, contra a Venezuela, é bastante desgastante para uma equipe. Era o que falavam hoje o técnico Wanderley Luxemburgo e o consultor Candinho numa conversa informal com jornalistas no hotel onde a seleção brasileira está concentrada. "Ainda falta muito tempo", dizia Luxemburgo, olhando o relógio, no meio da tarde.
O treinador lembrou as vantagens de jogos vespertinos. "Você acorda por volta do meio dia, almoça, mais um pouquinho já tem a preleção e pronto". Candinho relembrava seus tempos de Juventus, quando, segundo ele, a maioria dos jogos era à tarde. "À noite todo mundo já estava liberado".
A realidade da seleção, porém, é diferente das dos clubes. Os jogadores ficam concentrados praticamente o dia todo no hotel. As poucas folgas são após os jogos do fim de semana, quando a comissão técnica os libera para se divertirem. Ninguém, porém, reclama. Todos dizem que o sacrifício vale a pena, já que o sonho de todo jogador é estar na seleção.

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