Rio de Janeiro - Ainda não está certa a contratação de um coordenador-técnico para a seleção brasileira. A indefinição pode atrapalhar os planos de Carlos Alberto Parreira, que já manifestou várias vezes a intenção de voltar a trabalhar na seleção num cargo hierarquicamente acima do de treinador.
Esta dúvida do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, aponta para uma possibilidade não tão remota de que Vanderlei Luxemburgo possa vir a ser o sucessor de Luiz Felipe Scolari, o técnico do pentacampeonato. Se Teixeira optar por um coordenador, não há outro nome, no momento, que não seja o de Parreira para assumir o posto. E então a possibilidade de Luxemburgo voltar a dirigir a seleção seria bem menor.
Ambos até mantêm boa relação. Mas Parreira nunca escondeu sua preferência em trabalhar com Oswaldo de Oliveira, de quem foi professor nos anos 70, num colégio da zona oeste do Rio. O técnico do Corinthians considera que seu colega do São Paulo tem perfil e postura de treinador da seleção. Para Teixeira, é fundamental que coordenador e técnico tenham excelente relação.

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