‘‘Temos que matar (o Londrina) se não nós é que morremos. Esse jogo é de vida e morte para os dois times, e quem perder ficará complicado. Temos de buscar a vitória de qualquer jeito.’’ A frase dita ontem pelo coordenador-geral da Associação Portuguesa Londrinense, Amarildo Vieira, começa a dar o tom da semana do primeiro ‘derby’ contra o Londrina, domingo, no Estádio do Café, pela segunda rodada do Paranaense da Série A-2. Os dois rivais vêm de resultados ruins. O Londrina empatou em casa com o Arapongas. A Lusa perdeu para o Nacional, em Rolândia.
As duas equipes voltarão a se enfrentar após 38 anos. Entre 1959 e 1961 houve seis confrontos entre Londrina e Portuguesa, todos vencidos pelo Tubarão. O clima de rivalidade, agora, está mais acentuado devido à briga entre os dois times pela utilização do Estádio Vitorino Gonçalves Dias, em poder do Londrina. A pendenga esfriou com a interdição do VGD (leia matéria nesta página).
‘‘Além de ganhar (do Londrina) queremos fazer um grande jogo para ocupar nosso espaço’’, ambiciona Vieira, que atribui a derrota para o Nacional ao azar. Os ingressos para o jogo com o Londrina já estão à venda nas bancas de revistas e lotéricas Camargo e Maranhão ao preço de R$ 4,00 (no domingo custarão R$ 5,00). Como o mando de jogo é da Lusa, não serão aceitos os carnês vendidos pelo Londrina.

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