A direção da Portuguesa Londrinense distribuiu ontem um manifesto, assinado pelo diretor de futebol, Amarildo Vieira, protestando contra a atitude da Federação Paranaense de Futebol (FPF) que vetou a realização da partida entre o clube e o Iraty no Estádio Vitorino Gonçalves Dias. O estádio está interditado desde abril devido a incidentes ocorridos no jogo entre o Londrina e o Coritiba, na primeira fase do Paranaense. No entender dos dirigentes da Lusa houve má vontade da FPF.
Com a interdição, a partida será realizada no Estádio do Café, às 11 horas. Desde a decisão da Série A-2, em junho de 99, a Lusa não joga no Café. ‘‘Eu preferia que a partida fosse no VGD’’, disse o técnico Roberto Fonseca. Na avaliação dele, no VGD, a torcida comparece em maior número e incentiva mais. ‘‘No Café o torcedor fica mais longe e o campo acaba se tornando neutro’’.
O atacante Roni acredita na vitória. Sabe que o Iraty é uma equipe perigosa e vem de duas vitórias ‘‘mas o Estádio do Café vai favorecer nosso time que tem um bom toque de bola’’. ‘‘Se tivermos paciência, sem afobação, os gols irão saindo’’.
O técnico Celinho começou a definir ontem a equipe do Iraty para o confronto de domingo contra a Portuguesa. O time, com seis pontos, defende a liderança isolada do Grupo C do Torneio Seletivo. Ontem Celinho confirmou a presença do meia Edson Paulista. Mas ele ainda têm algumas dúvidas. Não decidiu ainda se na lateral-esquerda entra Paulo Roberto ou Alan e se escala Caçapava – que se recuperou de uma tendinite no joelho direito – ou Clóvis como volante. Estas opções serão testadas no treino de hoje quando será definida a equipe.

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