São Paulo, 05 (AE) - Apesar da vitória do Paraná sobre o Internacional, na quinta-feira, não ter sido o placar ideal para as pretensões da Portuguesa de participar da seletiva para a Taça Libertadores do ano 2000, o técnico Juninho Fonseca se mostrou animado. Ele ainda acredita na possibilidade de, no ano que vem, participar da seletiva da Libertadores. "Torci bastante pelo empate, mas com o 1 a 0, ainda temos chances", disse. "Agora temos dois jogos decisivos; precisamos vencer o Gama, em Brasília, e depois continuar fazendo contas para o jogo contra o Paraná."
Segundo Juninho, as duas partidas serão extremamente difíceis, já que as duas equipes lutam desesperadamente para escapar do rebaixamento. "Os atletas sabem da responsabilidade que tem e, mesmo os mais jovens, que já estão integrados na equipe, estão cientes de que precisamos dos três pontos", explica o treinador acreditando que o Paraná, adversário da Lusa na quarta-feira e concorrente direto à vaga na seletiva, terá dificuldades no jogo contra o Cruzeiro, domingo.
A intenção de Juninho é contar com a participação de Émerson, que depois de sentir uma contusão na coxa direita e ser poupado do coletivo de quinta-feira, hoje, voltou a a treinar com o grupo. Na manhã de hoje, o volante Carlinhos também deixou o campo sentindo dores no ombro, depois de uma queda e é a mais nova dúvida do técnico para o jogo. "Pretendo utilizá-los contra o Gama, mas estou dependendo da licança dos médicos. Émerson está otimista para atuar no jogo. "Enquanto tivermos chances temos que continuar tentando", afirmou. Os outros machucados são Sandro e Dimba, com problemas musculares.
CLUBE DOS 13 - Juninho Fonseca também se mostrou otimista com relação a inclusão da Lusa no Clube dos 13 no ano que vem. "Não existe mais amadorismo no futebol, cada vez mais os clubes, tem que trabalhar para ter representatividade e exercer o poder", disse. "O que não pode acontecer e essa influência ultrapassar as linhas de campo como aconteceu com o São Paulo."

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