Luiz Cláudio Oliveira
No mesmo momento em que o leitor chega a este canto de jornal, espero estar em frente às belas paisagens de Santa Catarina, em férias. Além de avisar que estarei ausente por algumas semanas, quero usar este espaço para uma reflexão a respeito da arbitragem do futebol paranaense. É triste lembrar que na reunião arbitral, os nossos homens do apito estavam reivindicando o cachê de R$ 800,00 por jogo. Pelo que estão apitando não merecem nem dez por cento do que pediram.
A arbitragem de futebol está defasada. A Fifa, se não fosse tão conservadora, já teria adotado mais de um árbitro por partida e o auxílio da tecnologia para tirar dúvidas em lances decisivos. O espetáculo seria valorizado, as possibilidades de erro diminuiriam e o futebol não ficaria refém de pessoas incompetentes ou despreparadas. Como isso pode demorar muito, a medida imediata que a Comissão de Arbitragem da FPF tem que adotar é a reciclagem de todos os árbitros de seu quadro, com cursos e avaliações regulares. Deve também afastar aqueles que cometem erros graves e estudar, desde já, a possibilidade de importar árbitros de credibilidade a partir do quadrangular da segunda fase.
Não vi e não vou falar sobre o Atletiba, tarefa que fica para o colega Ed Carlos Rocha.Atletiba





