São Paulo - Lugano jogou pelo Uruguai até a meia-noite de quarta-feira. Dormiu um pouco, tomou o avião para São Paulo às 7h30 de ontem e às 10 horas já estava treinando no CT da Barra Funda. ''É o mínimo que posso fazer pelo São Paulo, um time que me ajudou a crescer no futebol e me permitiu chegar à seleção de meu país'', disse o jogador.
O zagueiro uruguaio garantiu estar apenas repetindo os elogios que fez ao São Paulo após a vitória por 1 a 0 sobre o Paraguai. ''Eles deixaram que eu me apresentasse uma semana antes do jogo e isso foi muito importante'', contou.
A estréia com a camisa mítica da ''Celeste'' foi um dia muitas vezes imaginado por Lugano. E a realidade não o decepcionou. ''Foi lindo ver as pessoas se aproximando do ônibus, bater palmas, tocar a buzina dos carros. Fiquei muito emocionado. Ainda mais quando vesti a camisa número dois'', revelou.
Lugano chegou ao Brasil com sentimentos controversos em relação ao jogo contra o Juventude, no domingo. Ele não sabe se vai jogar. ''Se o Leão resolver jogar com dois zagueiros, eu corro risco, é lógico. Para ter lugar garantido no São Paulo, só mesmo sendo um grande craque, e eu não sou''.

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