Copa do Mundo. Evento máximo do futebol e maior evento esportivo do planeta. Para ter a chance de assistir a um jogo do Mundial, seja da seleção de seu país ou de outra qualquer, vale todo tipo de sacrifício. Afinal, não é a cada quatro anos que é possível ter o torneio no quintal de casa.
Quando abriu a venda de ingressos para os jogos, o coordenador jurídico Neto Rocha, de 44 anos, não pensou duas vezes e já garantiu o dele, da esposa Renata e do filho Rafael para um dos jogos na Arena da Baixada, em Curitiba. Embaixador do Atlético em Londrina, ele queria ver uma partida na casa do clube do coração e garantiu uma entrada antes mesmo de saber quem por lá jogaria.
Após o sorteio, a família ficou sabendo que estaria presente no duelo entre Nigéria e Irã. Nem por isso desanimou. "A última Copa no país foi há 64 anos. Não vou conseguir ver outra Copa aqui e acho que nem meu filho vai. Por isso, comprei no escuro o ingresso, para garantir ver o Mundial e na Arena", contou o advogado. "É uma oportunidade única", completou Rafael.
Mas a família é bastante sortuda. Dias atrás, um e-mail, confundido com vírus, e um telefonema mudaram a programação deles. Era o pessoal da Sony, informado que Neto havia ganhado dois ingressos para um duelo das quartas de final em Fortaleza, que pode ter, se não ocorrer imprevistos, a presença do Brasil. No jogo, a esposa Renata ficará com o outro filho, Pedro, de 2 anos, e dará o lugar para o filho Rafael, que já sonha com um possível duelo contra a Inglaterra. "Eles têm um time bem forte e seria muito legal ganhar deles", projetou.

A competição mundial de futebol foi criada em 1928, na França, sendo que a primeira edição aconteceu em 1930, no Uruguai

Com capacidade para 43 mil pessoas, foram investidos R$ 360 milhões na reforma do estádio curitibano que irá sediar quatro jogos da Copa

O Programa Folha Cidadania é o desafio social da Folha de Londrina no combate ao analfabetismo funcional

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