Londrina traz outros dois reforços
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quarta-feira, 27 de janeiro de 1999
Nelson Cilo 
Além do lateral-direito Gilson, do volante Jefferson e do meia Fabinho Fontes, contratados anteontem, o Londrina confirmou ontem mais dois reforços para a temporada-99: o atacante Joel e o lateral-esquerdo Agnaldo. Joel se apresentou à tarde no Estádio Vitorino Dias. Fabinho Fontes saiu de São Paulo, viajava de carro e, às 18 horas, telefonou de Ourinhos para avisar que estaria à noite na cidade. Agnaldo (ex-Ponta Grossa, Caxias-RS e São Bento-SP) deve chegar hoje.
O diretor de futebol Dorival Pagani e o supervisor Lico podem anunciar mais dois ou três nomes até o final da semana para completar a lista de indicações do técnico Paulo Comelli que, no coletivo de hoje à tarde, decide a sorte de três jogadores: o volante Alexandre Bianchi e os atacantes Rui e Dão, que participam normalmente dos treinamentos.
Se quiserem que eu fique aqui mais uns 10 dias, tudo bem. Não vejo nenhum problema em esperar. Assim vou melhorando a forma física. Mas, se não me quiserem, é bom que digam logo. Aí vou seguir minha vida em outro lugar, afirmou Alexandre que, apesar da reconhecida experiência, parece enfrentar uma situação incômoda.
Se Alexandre Bianchi, Rui e Dão vivem instantes de incerteza, Joel, ao contrário, comemorava o início de uma nova fase no futebol. Depois de uma rápida passagem pelo Corinthians - em 96, esteve durante quatro meses no time paulista - Joel disse que só promete uma coisa aos torcedores do Londrina: muitos gols. Se eu não soubesse marcar gols, eu não seria atacante. Essa é uma posição em que você não pode errar. Se for em uma equipe grande, como o Londrina, pior ainda. Aliás, estou feliz porque estou no segundo maior clube que defendi. Maior que o Londrina, só o Corinthians, constata Joel, que se revelou no Apucarana (88) e, em seguida, esteve na Barbarense, Matonense, Portuguesa Santista, Mirassol, Novorizontino, Ituano, Comercial e Juventus, todos clubes paulistas.
Segundo Joel, vestir a camisa do Londrina é como se ele estivesse literalmente em casa. Afinal, a esposa Teomara e a filha Carol, de quatro anos, moram em Apucarana. É lá que Joel mantém borracharia, oficina mecânica e um apartamento.


