Londrina perde espaço para outros clubes
A cidade de Londrina é uma mina de ouro no futebol. A cada ano desponta um novo londrinense com pinta de craque. Porém, já faz tempo que o Tubarão não revela jogadores de peso, abrindo espaço para outros descobridores, como o PSTC, a incubadora do momento.
Em parceria com o Atlético-PR, nos últimos três anos saíram dos gramados londrinenses os meias Jádson, Fernandinho e o pentacampeão mundial Kléberson, o atacante Dagoberto e o volante Alan Bahia. Também de Londrina, mas sem passar pelas categorias de base do Tubarão, saiu a mais nova promessa da lateral-direita do Brasil: Rafinha, do Coritiba.
''Um exemplo é a parceria PSTC/Atlético-PR. Demorou, mas conseguiram colher os frutos. O Londrina ganhava tudo nos juniores, disputava a Taça São Paulo e agora perde espaço para outros clubes do Paraná, como o Iraty'', compara o radialista Fiori Luiz.
Do Londrina saíram zagueiros como Marinho, campeão do mundo com o Flamengo, Márcio Alcântara e o atual técnico Roberto Fonseca. No gol, o tricampeão mundial Ado já usou a camisa alviceleste, assim como os campeões brasileiros Neneca, com o Guarani, e Carlão, com o Botafogo.
Atacantes também não faltaram. Nivaldo, Adalberto, Vladimir, Alaor, Édson Vieira, César, Agnaldo e Élber, o principal deles, ''rei'' na Alemanha. ''O Élber é o maior de todos em termos de projeção'', garante o radialista J. Mateus. Ele, porém, aponta aquele que poderia ocupar o posto do ídolo do Bayern de Munique. ''O Gauchinho só não foi destaque nacional e internacional pela época em que jogou. Não tinha essa projeção, globalização de hoje'', diz o radialista. (T.M.)





