Londrina inicia preparação para disputar Série B
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segunda-feira, 08 de julho de 2002
Lúcio Flávio Moura<br> Reportagem Local 
Atrasado em relação aos adversários que terá pela frente, o Londrina iniciou ontem sua preparação para a Série B do Campeonato Brasileiro, competição que começa para o time no próximo dia 13 de agosto, em Goiânia, contra o Vila Nova.
Ainda sem reforços no elenco, as únicas caras novas na reapresentação foram as do treinador Ivair Cenci, do preparador de goleiros Carlão e do massagista João Roque.
O time treinou em dois períodos. De manhã, houve um trabalho físico no Estádio Vitorino Gonçalves Dias e à tarde um treino técnico no Complexo Educacional Esportivo de Brasil (sob administração do PSTC), em Cambé.
Ontem, os treinos contaram com a participação de 18 jogadores: os goleiros Serginho e Rafael; os laterais Dênis, Carlos Eduardo e Fábio; os zagueiros Dé, Rafael Pedro e Fernando; os meias-defensivos Wilson, Ricardo e Tião; os meias-ofensivos Ethiê e Rodolfo; os atacantes Tadashi, Paulo Roberto, Rogério, Rodrigo e Aléssio.
O lateral-direito Vandinho e o goleiro Marcelo renovaram contrato e devem se reapresentar hoje ou amanhã. O zagueiro Vanderlei também deve retornar do Joinville (de Freitas Nascimento) nos próximos dias, mesmo caso do seu companheiro de área, Fernandão. O meia-ofensivo Germano, emprestado ao Cascavel, deve atuar mais uma vez na Segundona estadual e só deve estar à disposição na próxima segunda-feira.
O meia-ofensivo Wéslei, que defendeu com destaque o Tubarão no Supercampeonato Paranaense, pode ser a surpresa desta semana, acertando sua permanência até o final do ano.
Cenci disse que já conhece o elenco e que o time tem carências na defesa, no meio-campo e no ataque. ''Tem setor que precisa de até três jogadores. Mas queremos jogadores em forma e que tenha o espírito de entrega total'', avalia. ''Mas vamos centrar-fogo na contratação de jogadores de frente. Quando enfrentei o Londrina, vi que o time não tinha ataque'', adiantou.
O novo treinador se diz ciente de que com o piso salarial que segundo o vice-diretor de futebol Pérsius Sampaio continua em R$ 2,5 mil impede contratações de peso. ''Vamos compensar isso com muita 'pegada' e apostando na bola parada'', disse o treinador, um especialista em ascender de divisão os times que já dirigiu nos seus seis anos de carreira.


