Londrina Fight celebra segunda edição
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 01 de dezembro de 2010
Renato Oliveira<BR> Reportagem Local 
No próximo domingo, o piso do Ginásio Moringão vai tremer com os principais lutadores de artes marciais de Londrina, Curitiba, São Paulo e outros Estados Trata-se do 2º Londrina Fight, que irá reunir 10 lutas de mixed martial art's (MMA), muay thai e boxe profissional Dentre os destaques estão Ari ''Chocolate'' Marcel e o boxeador Edilson Pereira, figuras carimbadas no cenário regional
O organizador e lutador José Neto defende que este é o primeiro campeonato de vale-tudo beneficente da região sul-brasileira ''É uma continuação do evento do ano passado que fez muito sucesso Foi considerado um dos maiores eventos esportivos em termos de arrecadação de alimentos Foi mais de 1,5 tonelada de comida doada ao Provopar'', argumenta
Dentre os destaques, ele aponta o combate entre Ari ''Chocolate'' Marcel, paraibano radicado em Londrina que recentemente esteve lutando no Chile e no México Dono de um invejável cartel, com quase 60 lutas e 11 derrotas, ele enfrenta o curitibano Kelvin Santos, pela categoria peso-pesado
Outro nome que costuma atrair muitos fãs é o boxeador Edilson Pereira Herdeiro do estilo de Miguel de Oliveira, introdutor do boxe em Londrina, ele enfrenta PLEEIS, de Curitiba
''Fico ansioso a cada luta, principalmente por não conhecer o adversário Isso me deixa apreensivo Mas estou treinando para fazer uma boa luta'', comentou o londrinense, que fez uma luta no ano e venceu por nocaute no primeiro round
Neto por sua vez irá enfrentar uma das principais pedreiras da noite: Rogério Alcantara, de São Paulo O adversário do londrinense já foi campeão do Predador, maior evento de MMA do Brasil ''Dizem que o cara é dureza Vamos ver'', analisou Ainda se apresentam na mesma noite Orestes Furacão, Magoo, Edson Moska e Jonas Lis
Neto conta que o primeiro lote de 2 mil ingressos já foi distribuído Uma segunda remessa com a mesma quantidade estará disponível até o final de semana ''Mas se acabar nos postos de troca, basta chegar no Moringão com o quilo de alimento que dá para entrar'', garantiu
''Além de ser um dos primeiros eventos beneficentes, tenho vistos famílias indo assistir às lutas Tem gente que sabe distinguir brutalidade gratuita com o esporte Isso está mais difundido entre praticantes e público'', concluiu


