Londrina está apta a ser sub-sede da Copa
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quinta-feira, 23 de maio de 2013
André Bueno<br>Equipe Bonde 
O secretário de Estado de Assuntos da Copa do Mundo no Paraná, Mário Celso Cunha, garantiu que Londrina tem total capacidade para ser uma das sub-sedes do Mundial em 2014. Ele afirma que apesar de possuir todos os requisitos necessários, a cidade dependerá de força política para obter a vaga.
"O Centro de Treinamento da SM Sports é de primeiro mundo e, inclusive, já recebeu por duas vezes o Flamengo em suas dependências. Com isso, conseguiu uma publicidade internacional e agora cabe aos políticos trabalharem nos bastidores para trazer uma das seleções para a cidade. As delegações pagarão para ficar instaladas nos CTs e, assim, a cidade precisa oferecer um valor melhor", afirmou.
No início de fevereiro deste ano, a Fifa divulgou a segunda versão do catálogo oficial de centros de treinamentos disponíveis para as seleções e Londrina estava entre as 70 opções, com o Hotel Comfort Suítes Londrina e o CT SM Sports. Com a inclusão, Londrina disputará com outros locais de Curitiba, Cascavel e Maringá. "O setor hoteleiro e gastronômico de Londrina é fantástico e, além disso, a viagem de avião até a capital paranaense é de poucos minutos. Porém, precisamos ter cautela e aguardar o comunicado oficial da Fifa, que acontecerá no início do próximo ano."
Copa das Confederações
Sem ser uma das seis sedes que receberão a Copa das Confederações, em junho deste ano, Cunha garantiu que o fato não atrapalha a preparação de Curitiba para a Copa do Mundo de 2014.
"O torneio será somente de 15 dias e será um teste para o Mundial. Não haverá tanto turista estrangeiro como no ano que vem. Curitiba pode até ganhar com isso, por poder finalizar todas as obras da Arena com mais tempo. Será um dos melhores estádios a abrigar o Mundial."
Sobre os prazos de entrega, o secretário manteve a previsão de 31 de dezembro para o estádio do Atlético Paranaense. "Neste momento estamos com 62,3% das obras concluídas e, em breve, começaremos a colocar a cobertura em todo o estádio, o que dura entre três e quatro meses. O brasileiro às vezes é pessimista, mas é muito competente quando há desafios e isso já foi mostrado quando sediamos o Mundial de 1950", complementou.


