O Londrina Esporte Clube deve iniciar a campanha do Campeonato Brasileiro da Série C no estádio VGD (Vitorino Gonçalves Dias). Após várias tentativas e uma série de percalços em relação às obras que foram realizadas, o clube deve conseguir a liberação do local para jogos nos próximos dias. A informação foi divulgada inicialmente pelo repórter Reinaldo Furlan, da Paiquerê 91,7, e confirmada pela FOLHA.

O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar ainda não liberaram os alvarás para a realização de partidas no VGD, mas a tendência, após intervenções nas obras, como o aumento dos muros entre setores das arquibancadas e a instalação de corrimãos, é que a liberação seja feita para 8.014 espectadores, como era esperado pelo LEC.

Primeira fase

A primeira fase das obras do VGD terminou no fim de fevereiro, mas ajustes vinham sendo feitos para acelerar a liberação junto ao poder público. No total, o investimento na reforma foi de R$ 3,5 milhões e o entendimento foi de que a primeira fase foi a necessária para a reabertura do estádio, que não recebe jogos do LEC desde 2016. A diretoria pretende iniciar a segunda fase das obras assim que a liberação for confirmada, com a instalação de novos banheiros, local de convivência para os torcedores, além de outras melhorias.

“O que queremos é qualificar a presença do torcedor no estádio. Eu penso o VGD como se eu estivesse indo com meus filhos e meus filhos falassem: ‘Pai, quero ir ao banheiro’. Se eu estou ali com meu filho e quero levá-lo ao banheiro, preciso ter um banheiro que meu filho não reclame ou que eu não reclame de levar o meu filho”, disse Guilherme Bellintani em entrevista recente sobre a reforma.

“A terceira etapa vai ser daqui um ano, um ano e meio, que é para aumentar um pouco mais da capacidade do VGD, pela questão do espaço. Nós esperamos que o VGD fique pequeno para a torcida do Londrina”, seguiu.

No total, incluindo todas as fases, a Squadra Sports, SAF do LEC, vai investir R$ 10,5 milhões no VGD nos próximos quatro anos. O valor é um acordo do clube com a Prefeitura de Londrina por conta de uma dívida adquirida em 1998 que nunca foi quitada.

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