A torcida do Londrina continua esperando pelas novidades anunciadas pelo presidente da Sociedade de Amigos do Londriona (SAL), Marcos Alexandre Domingues. Mas as chuvas atrasaram as negociações com o empresário Juan Figger em São Paulo. Com o mau tempo, Marcos e o diretor Cleber Tóffoli não puderam seguir via aérea, na quarta-feira. Acabaram indo de automóvel e chegando ao escritório de Figger somente às 18h30. Mas o empresário havia viajado 20 minutos antes para o Rio, atendendo a um chamado de dirigentes de um clube carioca. A conversa com a SAL teve que ser adiada. Assim, Marcos Alexandre e Cleber Tóffoli esperam definir até hoje pela manhã com o empresário como será o esquema de montagem do novo time do Londrina para o Campeonato Brasileiro. Os dois dirigentes londrinenses devem estar de volta ainda hoje à noite, certamente com muitas novidades.
Enquanto esperavam o retorno de Figger, Marcos e Cleber aproveitaram a estada em São Paulo para contatos. Participaram de uma reunião com a direção da Penalty, tentando acertar o fornecimento de material esportivo para jogos e treinamentos do Tubarão. O contrato com a Kanxa, que vem fornecendo o material atualmente usado pelo Alviceleste, terminou no último dia 1º, e a renovação está sendo estudada.
Marcos Alexandre confirmou também que ‘‘três ou quatro jogos da Divisão A do Campeonato Brasileiro serão disputados no Estádio do Café, já a partir de julho’’. E o Torneio Mercosul, entre as seleções sub-20 de Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai também poderá ser programado para Londrina, no mês de julho.
O presidente da SAL ainda não quer falar sobre nomes de treinador e jogadores que poderão ser contratados pelo Londrina. ‘‘Estamos estudando todos os detalhes com o Juan Figger. Não podemos errar. E não decidirei nada sem consultar os companheiros de clube’’, explica Marcos. Por outro lado, em Londrina, os profissionais do Tubarão foram liberados com ordem de reapresentação no dia 16, quando saberão se ficam ou não no clube.

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