Londrina é goleado e está quase fora da Copa São Paulo
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quinta-feira, 09 de janeiro de 2003
Guilherme Gouveia<br> Reportagem Local 
Sob o castigante sol do interior paulista, o Londrina foi impiedosamente goleado ontem pelo Rio Branco por 5 a 1, em Americana, e dependerá agora de uma combinação de resultados para avançar às oitavas-de-final da Copa São Paulo de Futebol Júnior. O Tubarãozinho precisará vencer muito bem o Cene-MS, no próximo sábado, e torcer para o Guarani, já eliminado, derrotar o Rio Branco.
No primeiro tempo, o time não repetiu o bom rendimento apresentado na estréia contra o Guarani vitória por 2 a 1. Sem criatividade no meio-campo, a equipe aceitou a pressão do Tigrinho, que atacava com disposição, mas sem muita objetividade. Aos 25 minutos, surgiu o primeio gol. O atacante Rubinho driblou o zagueiro Réferson e deixou o artilheiro Alan livre para abrir o marcador.
O segundo gol do Tigrinho saiu de bom lance do meia Diogo, aos 33. O jogador aproveitou a falha de posicionamento do zagueiro Jhonni e deixou Alan outra vez livre para vencer o goleiro Rafael.
O Tubarãozinho reagiu na sequência. Aos 34 minutos, o lateral-direito Fernando foi à linha de fundo e acabou derrubado por Rogério: pênalti. O atacante Giancarlo bateu com convicção para marcar seu terceiro gol no campeonato. Rio Branco 2 a 1.
Na segunda etapa, o LEC voltou mais motivado. O técnico Rogério Aranha tirou o zagueiro Jhonny e deixou o time mais ofensivo com a entrada do veloz atacante Biro. Aos 12 minutos, Biro recebeu livre dentro da grande área e chutou rente à trave do goleiro Gatti. Aos 21, o lateral-esquerdo Fábio chegou atrasado e desperdiçou outra oportunidade. Oito minutos depois, a melhor chance do LEC. Dentro da área, Giancarlo recebeu e bateu com violência, a bola explodiu no travessão.
Aos 34 minutos veio a decepção. Em um rápido contra-ataque, o atacante André recebeu em velocidade e bateu forte na saída do goleiro Rafael. O LEC não mostrou poder de reação e levou ainda mais dois gols nos descontos. Aos 47, Santana fez pênalti e acabou expulso. Alan não perdoou e marcou seu terceiro. Aos 51 veio o golpe de misericórdia com o meia Júlio César.


