Cláudio Osti
De Londrina
Depois das fracassadas tentativas de parceria com a Incorporadora Roma, de São Paulo e com o grupo suíço, dono de empresas do setor de alimentos na Europa, o Londrina volta a dura realidade do cofre vazio mas ainda não perdeu as esperanças de melhorar o orçamento para a disputa do Campeonato Paranaense. Até o final desta semana o presidente do Conselho Deliberativo, Antônio Amaral, segue para São Paulo. Ele irá se reunir com os diretores de uma empresa de marketing esportivo para tentar viabilizar algum patrocínio.
‘‘Se nada der certo iremos começar a pensar em contratações somente em fevereiro’’, comenta Amaral. Ele informa que, por enquanto, garantido mesmo está apenas a cota de patrocínio – R$ 40 mil mensais – da Rede Paranaense, afiliada da Rede Globo. ‘‘Podemos conseguir um pouco mais com outros patrocinadores, algo em torno de R$ 15 mil. Mas isso é insuficiente para tocar o departamento amador e profissional’’, avalia o presidente do Conselho.
Por outro lado, ele adianta que o Londrina não pode correr o risco usar um time simplório e ficar entre os últimos da competição já que, segundo ele, a torcida não aceitaria.
O LEC corre o risco de ficar sem os principais jogadores que disputaram o Campeonato Brasileiro da Série B. Os volantes Zé Roberto e Tião, o meia Aléssio e o goleiro Silvio estão negociando com a Lusinha. O zagueiro Roberto Fonseca, ex-Londrina, já acertou com a equipe. ‘‘Nós estamos devendo para esses jogadores, e não podemos chamá-los para conversar sem antes quitar o débito’’, conta Amaral.

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