O Londrina Esporte Clube não quer fazer feio no Campeonato Paranaense de 2001. Para atingir o objetivo, o clube vem passando por uma reestruturação interna que atinge setores como o Departamento Financeiro e o Futebol. Cinco dirigentes estiveram em Curitiba para conhecer o trabalho desenvolvido pelo Atlético e pelo Malutrom.
O conselheiro Fábio Theophilo, que representou o Londrina no arbitral do Campeonato Paranaense, garante a reformulação de todos setores. O presidente em exercício, Agostinho Miguel Garrote, busca apoio e conversou com o presidente Juarez Malucelli, do Malutrom, e com o coordenador de futebol do Atlético, Valmor Zimmerman.
‘‘A idéia é fazer um projeto para se concretizar em dez anos. Queremos colher os primeiros frutos daqui dois ou três anos. Vamos tentar acabar com as medidas emergenciais, de formar uma equipe para não cair e depois dispensá-la no final da competição. Nossa maior intenção é devolver a estabilidade perdida nos últimos anos’’, garante Theophilo.
Os dirigentes londrinenses esperam a ajuda do empresariado para resolver os problemas mais imediatos. Theophilo disse também que a equipe tem uma dívida de aproximadamente R$ 2,5 milhões, sendo que a maioria trabalhista. Para ele, o problema financeiro aumentou com a virada de mesa. A Série B era para ter uma cota de aproximadamente R$ 1 milhão. ‘‘Acabou sendo uma mixaria. O que acabou nos prejudicando’’, explicou.

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