Londrina busca o bicampeonato no handebol
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sábado, 13 de dezembro de 2008
Jaime Kaster<br> Reportagem Local 
Jogando diante da sua torcida, no Ginásio Moringão, a Unopar/FEL/Sercomtel espera hoje comemorar o bicampeonato da Liga Nacional de Handebol Masculino. O time, que já foi campeão em 2005, quer repetir a dose hoje contra a Metodista/São Bernardo (SP) para levantar a taça. O jogo começa às 17h30 e promete levar um bom público ao ginásio. Os ingressos custam R$ 2 e R$ 1 (meia). Os londrinenses perderam o jogo de ida por 25 a 24 e agora precisa vencer por diferença de um gol para ficar com o título.
Quem for ao ginásio pode esperar por um grande equilíbrio até os minutos finais. Pelo menos é que avisam o técnico Giancarlos Ramirez e os jogdores da Unopar. ''Em São Bernardo já foi muito equilibrado, com o primeiro tempo terminando em 13 a 13 e a vitória deles decidida no último minuto. Aqui não será diferente. E para vencermos, temos que melhorar só a finalização dos 6 metros. Durante a semana treinamos muito os arremessos cara a cara com o goleiro e pedi aos atletas para terem mais paciência e olharem para o goleiro antes de soltarem a bola'', comentou Ramirez.
O treinador espera por um jogo mais truncado e de menos gols que o primeiro, mas garante que sua equipe está ''focada'' no título. ''Estamos buscando esse título desde o início da temporada e se queremos ser campeões não tem porque achar difícil ganhar um jogo só se já vencemos tantos outros na Liga. Para mim um time é campeão vencendo'', disparou.
O goleiro Digo, herói da classificação para a final (contra o São Caetano), observa que a Metodista ficou mais forte nas finais, com os retornos dos armadores Japa (estava lesionado) e Jaqson (suspenso por doping), além das boas atuações do central Diogo. ''Eles três dão muita consistência à Metodista na linha dos 9 metros e a nossa defesa tem que saber fazer a parede para me ajudar, senão tomaremos muitos gols'', alertou Digo, acrescentando que o mais importante é o time saber ''controlar a ansiedade''.
O armador-direito Edinaldo é enfático ao dizer que dentro de casa a Unopar precisa se sobrepor. ''Temos que ter a confiança de que aqui dentro não tem conversa. Temos que ser mais forte e pronto'', decretou. Segundo ele, a presença dos amigos, torcedores e familiares nas arquibancadas serve de injeção de ânimo para todos. ''Quando estamos em momentos ruins do jogo o pessoal se levanta e começa a gritar nos apoiando. Daí não tem como ficar indiferente'', relatou.


